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| Foto: A Bola |
Nuno Paralvas e André Alves, jornalistas do jornal "A Bola" deixaram a Arena Lviv, onde decorreu o jogo do Grupo B, pouco depois das 23:00 horas (em Portugal continental) e dirigiram-se ao centro da cidade para jantar. No final da refeição, dirigiam-se de carro para o hotel quando foram mandados parar pela polícia.
O agente começou por apontar para o tampão de uma das rodas da viatura alugada, que se encontrava partido, e depois o condutor foi sujeito a um teste de alcoolemia bastante peculiar, apenas soprando para a face do polícia. Num inglês rudimentar, o agente disse "vodca, vodca" e indicou que seriam necessárias análises ao sangue.
A equipa de reportagem foi obrigada a entrar no carro da polícia, que andou nas ruas de Lviv durante cerca de uma hora à medida que os polícias iam dizendo "money, money" (dinheiro, dinheiro), chegando a pedir que os jornalistas fossem levantar dinheiro para pagar 500 euros. Acabaram por conseguir extorquir 150 euros, libertando os repórteres quando o dia já começava a nascer na Ucrânia.
O jornal "A Bola" comunicou o sucedido à UEFA, Federação Portuguesa de Futebol e, também, à embaixada ucraniana em Portugal.
Fonte: JN

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