Um homem e duas mulheres foram detidos esta semana e constituídos
suspeitos por matar, esquartejar e enterrar duas mulheres. O crime, que foi
praticado em Garanhuns, no Brasil, foi relatado em livro por um dos elementos
da seita. Segundo consta no documento, o grupo comeu parte do corpo das vítimas
para “purificar a alma”.
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| Na foto:Os três elementos da seita "Cartel" que foi desmantelada na passada quinta-feira |
Segundo a investigação levada a cabo pela Polícia Civil
brasileira, os três indivíduos faziam parte de uma seita satânica que pregava a
purificação das almas e redução populacional. O grupo, cujo objectivo seria
matar três mulheres por ano, designava-se de “Cartel”.
Wesley Fernandes, inspector responsável pelo caso,
esclareceu o método utilizado pelo grupo na escolha das vítimas: “Segundo eles,
ao passar pelas pessoas, uma entidade alertava que eram pessoas más”. Após essa
selecção, as mulheres eram atraídas à casa dos suspeitos com uma falsa oferta
de emprego, como baby-sitter.
Até ao momento o grupo só teria concretizado dois
homicídios, mas já teriam seleccionado a terceira vítima cuja residência se
situava nos arredores da cidade.
Com o trio morava também uma criança de cinco anos que era
filha da primeira mulher assassinada pelo grupo. A menina teria presenciado os
crimes e após ter sido interrogada pela polícia foi encaminhada para o Conselho
Tutelar, onde espera agora por uma família adoptiva.
O líder do grupo publicou um livro onde conta detalhes da
sua vida, entre os quais os crimes praticados pelo mesmo. A sua publicação
também relata todos os atos de canibalismo.
Depois de enterrarem
as vítimas, os arguidos continuaram a utilizar os seus cartões de crédito. As
imagens dos locais onde foram efectuadas as compras foram uma peça fundamental
para encontrar os autores dos crimes que se encontram de momento em prisão
preventiva.
Por: A.S.

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